Onde estava Alice, de repente me perguntei. Ela não me viu matando a garota
Swan de várias formas? Por que ela não apareceu para ajudar – para impedir ou me
ajudar a eliminar quaisquer evidências? Esta ela muito preocupada com Jasper que ela
perdeu essa possibilidade muito mais horrível? Seria mais forte do que eu pensava?
Realmente eu não faria nada com aquela garota?
Não, eu sabia que não era verdade. Alice devia estar muito concentrada em
Jasper.
Procurei na direção onde sabia que ela deveria estar, no pequeno prédio usado
para as aulas de Inglês. Não levou muito tempo para localizar a sal familiar ‘voz’. E eu
estava certo. Todos os pensamentos dela estavam voltados p ara Jasper, olhando suas
escolhas com a precisão a cada minuto.
Eu desejava pedir seu conselho, mas ao mesmo tempo, eu estava contente que
ela não soubesse do que eu era capaz. Que ela estava desavisada do massacre que eu
considerei na ultima hora.
Senti um novo fogo em meu corpo – o fogo da vergonha. Eu não queria que
nenhum deles soubesse.
Se eu pudesse evitar Bella Swan, se eu pudesse evitar matá -la – mesmo enquanto
pensava isso o monstro estremecia de frustração – então ninguém precisaria saber. Se eu
pudesse ma manter longe do seu cheiro...
Não existia nenhuma razão para não tentar. Fazer uma boa escolha. Tentar ser o
que Carlisle pensava que eu era.
A última hora de aula estava quase acabando. Eu decidi pro meu novo plano em
ação. Melhor do que ficar sentado aqui no estacionamento onde ela poderia passar e
arruinar minha tentativa. Novamente senti o ódio injustificado pela garota. Eu odiava
que ela e esse inconsciente poder sobre mim. Como se ela pudesse me obrigar a fazer
algo ofensivo.
Andei rapidamente - talvez muito rápido, mas não haviam testemunhas – através
do pequeno campus até secretaria. Não havia nenhuma razão para Bella Swan cruzar o
meu caminho aqui. Ela devia ser evitada como a praga que era.
A secretaria estava vazia a não ser pela se cretária, quem eu queria ver.
Ela não percebeu a minha silenciosa entrada.
“Senhora Cope?”
A mulher com o cabelo vermelho artificial olhou para cima e seus olhos se
abriram. Sempre os pegavam de surpresa as pequenas marcas que eles não conseguiam
entender, não importa quantas vezes tenham nos visto antes.
“Oh”, ela falou, um pouco atrapalhada. Ela alisou sua saia. Boba, ela pensou para
ela mesma. Ele é quase novo o suficiente para ser meu filho. Muito novo para se pensar
dessa maneira... “Olá Edward. O que posso fazer pro você?” Os seus cílios se moveram
rapidamente sob os seus grossos óculos.
Desconfortável. Mas eu sabia ser charmoso quando eu queria. Era fácil, desde que
eu tinha a habilidade de saber qual tom ou gesto devia usar.
Inclinei-me para frente, encontrando seu olhar como se estivesse olhando
profundamente para os seus pequenos olhos castanhos. Os seus pensamentos se moviam
rapidamente. Isso devia ser fácil.
“Estava pensando se poderia me ajudar com os meus horários”, disse com uma
voz suave que reservei para não assustar humanos.
Ouvi as batidas do seu coração acelerarem.
“Claro Edward. Como posso lhe ajudar?” Muito novo, muito novo, ela repetia
para si mesma. Errada, claro. Eu era mais velho que seu avô. Mas de acordo com minha
carteira de motorista, ela estava certa.
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