quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Divergente - dando a ela uma escolha, sem dar a el a a possibilidade de fugir de mim por um
dia. Dificilmente justo da minha parte. Mas eu fiz uma promessa a ela noite passada… E eu
gostei da idéia de poder cumpri -la - quase tanto quanto a idéia me aterrorizava.
O sol deveria estar brilhando no sábado. Eu poderia mostrar para ela o verdadeiro eu, se eu
fosse bravo o suficiente para suportar o seu horror e a repugnância. Eu conhecia apenas um
lugar para correr tal risco…
“Eu estou aberta a alternativas,” Bella disse.” Mas eu tenho um favor a pedir.”
Uma qualificação, sim. O que será que ela queria de mim?
“O que?”
“Posso dirigir?”
Era essa a idéia dela de diversão? “Por quê?”
“Bem, é por que quando eu disse a Charlie que iria a Seattle, ele especificamente perguntou
se eu iria sozinha, e até o momento eu ia. Se ele perguntar novamente, eu provavelmente
não vou mentir, mas não acho que ele vá perguntar de novo, e deixar minha picape em casa
só levantaria o assunto sem nenhuma necessidade. E, além disso, porque você dirige de um
jeito que me dá medo.”
Virei meus olhos para ela. - “De todas as coisas sobre mim que podem te dar medo, você se
preocupa com minha direção.” - Realmente, o cérebro dela funcionava de trás para frente.
Sacudi a cabeça, desgostoso.
Edward, Alice chamou urgentemente.
De repente eu estava olhando para um círculo de luz do sol, distraído por uma das visões de
Alice.
Era um lugar que eu conhecia bem, um lugar que eu tinha considerado levar Bella - uma
pequena clareira aonde ninguém ia além de mim. Um lugar bonito e quieto eu podia ficar
sozinho - longe de qualquer trilha ou habitação humana, que até minha mente podia ficar
calma e ter paz.
Alice reconheceu também, porque ela já tinha me visto lá não fazia muito tempo, em outra
visão - uma dessas visões rápidas e indistintas que Alice tinha me mo strado no dia em que
salvei Bella da van.
Nessa visão vacilante, eu não tinha estado sozinho. E agora estava claro - Bella estava lá
comigo. Então eu era corajoso o suficiente. Ela olhava para mim, arco -íris dançando em seu
rosto, seus olhos insondáveis.
É o mesmo lugar, Alice pensou, sua mente cheia de um horror que não combinava com a
visão. Tensão, talvez, mas horror? O que ela quis dizer , é o mesmo lugar?
E então eu vi.
Edward! Alice protestou, estridente. Eu a amo, Edward!
Eu a ignorei sem dó.
Ela não amava a Bella do jeito que eu amava. A visão dela era impossível. Errada. Ela
estava cega, de algum jeito, vendo coisas impossíveis.
Nem meio segundo havia se passado. Bella estava olhando curiosamente para meu rosto,
esperando que eu concordasse com seu p edido.
Ela tinha visto o lampejo de terror, ou tinha sido rápido demais para ela?
Me concentrei nela, em nossa conversa inacabada, empurrando Alice e suas visões falhas
de meus pensamentos. Elas não mereciam minha atenção.
Não consegui manter o tom alegre da brincadeira.
- “Não quer contar a seu pai que vai passar o dia comigo?” - eu perguntei, um tom sombrio
cobrindo minha voz.

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