quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

“Minha mente não trabalha direito?” ela perguntou, sua voz se ergueu com desgosto. “Eu
sou uma aberração?”
Ah, a ironia de novo.
“Eu ouço vozes na minha cabeça e você preocupada que você a aberração”. Eu ri. Ela
entendeu todas as coisas pequenas, e ainda assim ela ignorava as grandes. Sempre os
instintos errados…
Bella estava mordendo o seu lábio, e as rugas por entre seus olhos estavam profundas.
“Não se preocupe” eu assegurei a ela “É apenas uma teoria…” e havia uma teoria mais
importante para ser discutida. Eu estava ansioso para chegar nela. Cada segundo que se
passava parecia mais e mais como um tempo roubado.
“O que nos leva de volta a você” eu disse, dividido em dois, ambos ansiosos e relutantes.
Ela suspirou, ainda mordendo seu lábio - eu estava preocupado que ela se machucasse. Ela
me olhou nos olhos, seu rosto confuso.
“Nós não deixamos de ser evasivos?” eu perguntei calmamente.
Ela olhou para baixo, se debatendo com algum dilema interno. De repente, ela endureceu e
seus olhos se arregalaram. O medo passou por seus olhos pela primeira vez.
“Minha nossa!” ela gaguejou.
Eu entrei em pânico. O que ela tinha visto? Como que eu tinha a apavorado?
Então ela gritou. “Diminua!”.
“Qual é o problema?” eu não ent endi da onde que o seu terror estava vindo.
“Você está indo á quase duzentos por hora!” ela gritou para mim. Ela olhou para fora da
janela e se recolheu às árvores negras passando rapidamente por nós.
Essa coisinha pequena, só um pouco de velocidade, fez e la gritar em pavor?
Eu revirei meus olhos. “Relaxe, Bella”.
“Você está tentando nos matar?”, ela perguntou, sua voz alta e firme.
“Nós não vamos bater”. Eu prometi a ela.
Ela deu uma inspirada ansiosa, e então ela disse em um tom levemente moderado. “Porqu e
você está com tanta pressa?”
“Eu sempre dirijo assim.”
Eu olhei para seus olhos me encarando, divertido com a sua expressão chocada.
“Mantenha os olhos na estrada!” ela gritou.
“Eu nunca sofri um acidente, Bella - eu nunca sequer levei uma multa.” Eu sor ri e então eu
toquei a minha testa. Isso fez com que parecesse mais cômico - a falta de lógica de ser
capaz em fazer piadas com ela sobre algo tão secreto e estranho. “Detector de radar
embutido”.
“Muito engraçado”, ela disse de forma sarcástica, sua voz m ais amedrontada do que com
raiva. “Charlei é um policial, lembra? Eu fui criada para obedecer todas as leis de trânsito.
Além do mais, se você bater o Volvo e transformá -lo numa sanfona, provavelmente você
vai se levantar e sair dele”.
“Provavelmente” eu repeti, e então eu ri sem humor. Sim, nós iríamos pagar um preço um
pouco diferente em um acidente de carro. Ela estava certa em estar com medo, a respeito do
meu modo de dirigir… “Mas você não”.
Com um suspiro, eu deixei o carro diminuir de velocidade. “Fe liz?”
Ela olhava o velocímetro “Quase”.
Isso ainda estava muito rápido para ela? “Eu odeio dirigir devagar”, eu murmurei, mas
deixei o ponteiro cair mais um pouco.
“Isso é devagar?” ela perguntou.

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